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| Marcos Braz deixa a reunião no Flamengo (Foto: Richard Souza / Globoesporte.com) |
Marcos Braz recusou o convite para voltar à vice-presidência de futebol do Flamengo, feito no fim da noite de quinta-feira. Ele comunicou a decisão à presidente Patricia Amorim no fim da tarde desta sexta e foi econômico nas justificativas.
- Não vou me pronunciar para não agravar a crise institucional. Agradeço o convite, mas infelizmente nesse momento não posso assumir porque a contrapartida não será possível - declarou o dirigente.
A contrapartida citada pelo empresário seria abrir mão da candidatura a vereador do Rio de Janeiro. A ideia de Patricia visava a fortalecer o futebol com um dirigente "cascudo" - Braz trabalhou no clube no título brasileiro de 2009. Ao mesmo tempo, se desistisse de participar do pleito, ele seria um concorrente a menos na disputa com Patricia pela Câmara dos Vereadores.
A tacada, porém, não funcionou. A tática de tentar persuadi-lo foi executada pelo vice do Fla-Gávea, Cacau Cotta, e pelo marido da presidente, Fernando Sihman. No entanto, Braz manteve-se irredutível.
A tentativa da dirigente mexeu nos bastidores do clube. Recentemente o técnico e ex-jogador Andrade, que também é candidato a vereador, recebeu uma oferta para ser funcionário do clube com salário semelhante (um pouco superior) ao que ganharia se fosse eleito. Ele também recusou a oferta.
A tendência é que a diretoria divulgue o nome do novo vice de futebol na próxima segunda-feira. O cargo está vago desde a noite de quinta-feira, quando Paulo Cesar Coutinho foi destituído.
- Não vou me pronunciar para não agravar a crise institucional. Agradeço o convite, mas infelizmente nesse momento não posso assumir porque a contrapartida não será possível - declarou o dirigente.
A contrapartida citada pelo empresário seria abrir mão da candidatura a vereador do Rio de Janeiro. A ideia de Patricia visava a fortalecer o futebol com um dirigente "cascudo" - Braz trabalhou no clube no título brasileiro de 2009. Ao mesmo tempo, se desistisse de participar do pleito, ele seria um concorrente a menos na disputa com Patricia pela Câmara dos Vereadores.
A tacada, porém, não funcionou. A tática de tentar persuadi-lo foi executada pelo vice do Fla-Gávea, Cacau Cotta, e pelo marido da presidente, Fernando Sihman. No entanto, Braz manteve-se irredutível.
A tentativa da dirigente mexeu nos bastidores do clube. Recentemente o técnico e ex-jogador Andrade, que também é candidato a vereador, recebeu uma oferta para ser funcionário do clube com salário semelhante (um pouco superior) ao que ganharia se fosse eleito. Ele também recusou a oferta.
A tendência é que a diretoria divulgue o nome do novo vice de futebol na próxima segunda-feira. O cargo está vago desde a noite de quinta-feira, quando Paulo Cesar Coutinho foi destituído.

