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| Patricia Amorim em visita ao centro de treinamento dos EUA em Londres (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal) |
No jogo de xadrez que é a política do Flamengo, Patricia Amorim estuda qual será a próxima jogada. Há dois anos e meio na presidência do clube, ela não sabe se tentará a reeleição no pleito que será realizado em dezembro. Segundo ela, a decisão será por questão pessoal, e não por pressão da oposição. Para definir a estratégia, a dirigente fará uma avaliação diária até 30 de setembro – data de encerramento de inscrição das chapas.
- O tabuleiro está ali para ser jogado. Dificilmente eu não estarei no processo eleitoral, seja de que forma for. Tenho uma vida dedicada ao Flamengo, e será assim para sempre, mas pode ser de diversas formas – afirmou Patricia Amorim, que além de questões pessoais também tem outras ambições políticas além dos muros da Gávea.