Patrícia Amorim deu mais munição para os opositores que chamam a dirigente de Presidente do Parquinho do Flamengo. Em carta enviada a sócios, ela exalta uma série de feitos de sua administração, entre eles a reforma do parque infantil do clube. O futebol não é citado.
O documento começou a ser remetido em março para associados que estavam com as mensalidades atrasadas e foram anistiados. O time já passava por crise técnica quando o relatório de benfeitorias foi escrito.
A presidente costuma se defender das críticas da oposição relatando os problemas que herdou da administração passada e mostrando que transformou o clube.
O contragolpe dos oposicionistas é justamente afirmar que ela se preocupa mais com a área social do que com o time. A carta, segundo seus adversários políticos, reforça a tese de que ela dixa o futebol em segundo plano e que se preocupa apenas com os votos de ex-atletas e dos que estão só interessados em frequentar a Gávea.
Pela lógica da oposição, a próxima eleição vai se resumir numa disputa entre quem é apaixonado pelo Fla e os que são mais frequentadores do clube do que torcedores.
Em meio a essa briga, o apelido que remete ao parquinho foi adotado pelos opositores depois que o jornalista André Rizek usou a expressão no canal SporTV. Confira abaixo a carta que deve reforçar a alcunha.
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